O Blog da Revista Expor é um projeto pedagógico que tem por objetivo oportunizar um espaço para a exposição e divulgação de ideias, conhecimentos ,informações, projetos,pesquisas, opiniões e produções textuais de alunos e professores da E.E Batista Renzi
Sejam todos bem-vindos!

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

A má alimentação do século XXI

     A obesidade é um problema que já virou epidemia no século XXI , é algo tão grave que atualmente vem se transformado  em caso de saúde pública. Fora os fatores genéticos , a qualidade da alimentação interfere muito nesse problema.
     Segundo estudos da (HME) Instituto de Métrica e Avaliação para a Saúde, de Washington, no mundo há cerca de 2,1 bilhões de pessoas obesas e/ou com sobrepeso , o que representa cerca de 30% da população mundial.
     Em todo há prós e contras , e na alimentação não é diferente , o bom da alimentação do século XXI é que a maior parte da população come fartamente , mas infelizmente a população se alimenta de uma forma muito errada.
     Abandonaram os bons hábitos alimentares para se adequarem a correria do dia-a-dia , fast foods aparentam ser sempre a melhor opção para atender as necessidades de uma vida sem muito tempo para as coisas.
    Mas talvez , a melhor opção para isso seria se adequar à essa correria , “criar” seu próprio tempo para as coisas. Levar a marmita de casa , leva uma fruta , um iogurte ou algo do tipo para comer de 3 em 3 horas após o café da manhã , o almoço e o jantar é ideal após a refeição padrão , optar por lanches  que saciam , são a melhor escolha. O isopor temperado (salgadinho) , doces , salgadinhos fritos e todo e qualquer  tipo de guloseimas , só estimulam a compulsividade . Fazer substituições  sempre que der , trocar o conforto do carro , por uma caminhada, corrida  ou até mesmo  andar de bicicleta são escolhas que só tendem a fazer bem para a saúde das pessoas .




·       Conclusão

     Concluímos que no século passado , as pessoas morriam por fome . e no século em que estamos as pessoas estão morrendo pelo fato de comerem , mas de uma maneira inadequada.
Percebemos que as pessoas tem uma vida corrida e por esse fato acabam se alimentando por  meios mais fáceis   , aquela famosa barraca de lanche perto do serviço por exemplo>
     Além das doenças causadas pela obesidade como hipertensão , diabetes ,  doenças cardíacas, problemas nas articulações, dificuldades respiratórias entre outras... A forma como comemos , sempre muito rápido , sem nunca ter tempo suficiente para sentar a mesa e fazer uma refeição em família . Estamos  perdendo o hábito de reuni lá a mesa para um café  da manhã , um almoço ou até um jantar juntos. 

    Valores tão simples que deixamos se perderem ao longo do tempo .
Portanto , achamos que a melhor opção para este mal , seria pararmos de ser sedentários , uma caminhada daqui ali , uma substituição de um doce por uma fruta , troca que lá na frente veremos os melhores resultados .
(Disponível Futuramente na revista)


9º B
Beatriz Abreu
Kauê Abreu
Ricardo Jalladares
Vinicius Guimarães

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Resumo da Pesquisa - Tema: Drogas Ilícitas


As drogas ilícitas são substâncias proibidas de serem produzidas, comercializadas e consumidas.
São drogas ilícitas: maconha, cocaína, Crack, Ecstasy, LSD, inalantes, heroína, barbitúricos, morfina, skank, chá de cogumelo, anfetaminas, clorofórmio, ópio e outras. 
É importante esclarecer que a dependência das drogas é tratável, ou seja, através do auxílio médico e familiar uma pessoa pode deixar o vício e voltar a ter uma vida normal sem que necessite depositar substâncias que criam falsas necessidades no organismo.
As drogas , além de risco imediato a saúde do organismo, quando consumidas frequentemente podem gerar dependência e destruir a vida do usuário.
Em Janeiro de 2012, o governo comprometeu-se em liberar 4 bilhões de reais ate 2014 para combate as drogas.
Mas alem disso, segunda a Política Federal, parte das armas e drogas chega pelo mar, A maior parte da cocaína vem da Colômbia, e boa parte da maconha vem do Paraguai.
Conclusão
As drogas são proibidas, mas os usuários sempre dão um jeito de objetos, mesmo prejudicando a si mesmo, mexe com os familiares, mas principalmente o próprio usuário.
O Brasil continua lutando para não ser permitida, porque prejudica muito a saúde, mas e difícil.
O tráfico esta muito grande, mas temos que continuar lutando para acabar, a força da família é muito importante porque a DROGA é uma DROGA.

Robson Samuel  9º C





Fonte:Brasil Escola- Drogas Ilícitas  

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Entrevista com a Professora Márcia Higajo Koyama (Ciências)


1.     Há quantos anos a senhora leciona? Onde?

São 33 anos na rede estadual - EE Batista Renzi e 23 anos na rede particular – Colégio Objetivo Suzano. Me aposentei faz 4 anos e não me permiti distanciar dessa atividade que exerço com tanto carinho e dedicação. Sendo assim concursei e me efetivei novamente. Para minha surpresa existia um cargo disponível no meu querido Batista, lugar este que considero uma extensão da minha casa. Adorei!



      2.    Por que a senhora escolheu essa profissão?

Quando cursava a Faculdade de Biologia, eu pretendia me profissionalizar em áreas relacionadas a pesquisas. Porém, durante o estágio, tive a oportunidade de ter um contato direto com os alunos e me identifiquei totalmente com toda aquela dinâmica de sala de aula e hoje tenho certeza absoluta de que fiz a escolha certa!


3.    Como a senhora define seu método de ensino? Dinâmico, teórico...

Acho muito importante a aplicação de vários métodos de ensino, e que devam ser aplicados de acordo com os objetivos pedagógicos, da dinâmica da sala, do tempo. Com turmas mais agitadas e falantes acho interessante propor debates porque alunos com esse perfil gostam de participar e dão contribuições significativas para discussão. As aulas práticas são aguardadas com muita ansiedade porque despertam a curiosidade, o interesse e a vontade de aprender coisas diferentes, além de facilitar a fixação do conteúdo e transformar o aluno em um agente capaz de investigar e questionar o mundo a sua volta por meio da experimentação.


4.    Há grande diferença de desempenho entre alunos da escola particular e estadual?

Não há grande diferença. Nos dois lugares há alunos muito dedicados e outros nem tanto, o desempenho depende dessa dedicação, ou não, aos estudos.


     5.   Com qual faixa etária é mais difícil de se lidar em sala de aula e por quê?

Não é a faixa etária a principal razão que dificulta o profissional em ministrar uma boa aula, e sim a indisciplina. Para que esse problema seja sanado, eu procuro deixar bem claro, na primeira semana de aula, minha metodologia de trabalho. Algumas regras são estabelecidas para o bom andamento das aulas. Essas regras são minuciosamente analisadas, discutidas e finalmente aceitas pelos alunos, pois eles entendem que o seu cumprimento favorece o aprendizado. Não é aconselhável impormos regras e sim nos dispor ao diálogo. A autoridade é algo que se constrói. Ter autoridade não é o mesmo que ser autoritário. Respeitar para ser respeitado, sempre!!!


6.    Quais foram as principais mudanças na educação desde o início até a fase atual de sua carreira?

No início da minha carreira, a quantidade de recursos era bem inferior, mesmo assim, a qualidade do ensino e do aprendizado apresentava resultados muito positivos. Não é novidade citarmos algumas mudanças que ocorreram ao longo do tempo em relação ao comportamento dos alunos, falta de interesse pelo conteúdo, desrespeito pelos professores, bullying, violência. Porém, acredito que toda essa situação deva provocar no professor mudanças de paradigmas para que possamos acompanhar esse novo tempo. Convivo com profissionais realmente interessados em fazer uma educação de qualidade. São professores que se fazem respeitar pela competência, pela capacidade de dialogar, inspirar, pela arte de transmitir saber e por serem capazes de ouvir e discutir.      


7.    Quais foram as principais dificuldades no início de sua carreira?

Eu iniciei a minha carreira em 1982. Lecionava em quatro escolas, duas em Itaquaquecetuba e duas em Suzano. Me recordo do transtorno que era chegar nas unidades escolares no horário previsto. Pensei, pensei, pensei... e não me lembrei de mais nenhuma dificuldade.


8.     A senhora se orgulha de ser professora e por quê?
Apesar das dificuldades, apesar da falta de valorização profissional, apesar de ouvir repetidas vezes que não adianta lutar porque as coisas são assim e não vão mudar, apesar de tudo isso, tenho muito orgulho de ser professora! Poder contribuir para que meus alunos tenham um crescimento pessoal e profissional é motivo de muita felicidade. Encontrar um ex-aluno, (alguns com cabelos brancos) receber um abraço carinhoso, comemorar um reencontro me faz concluir que de alguma forma eu compartilhei o que sei e que isso foi valorizado. Eu me divirto dando aulas. Acredito no que faço, acredito muito nos meus alunos. No potencial que cada um deles tem de transformar a sua própria realidade. No esforço de cada um!

9.     A respeito do Projeto “Prevenção também se ensina” e tratando do tema “Gravidez na Adolescência” (Bebê-ovo); qual o aprendizado mais importante adquirido pelos alunos?

O objetivo do projeto é trabalhar com o grupo questões relacionadas à maternidade e a paternidade precoce e com as responsabilidades de suas ações. O objetivo, no entanto, transcendeu o esperado e, ao final do projeto, os alunos não só tiveram consciência das dificuldades que uma gravidez indesejada pode provocar, como também passaram a valorizar mais seus pais. Através de depoimentos, eles expressaram seu amor e gratidão. Por meio de relatos, que envolveram também os sentimentos em relação ao Bebê-ovo e as dificuldades em cuidar de algo tão frágil, os alunos puderam entender como seria ter um filho na adolescência, fase em que a pessoa ainda não está preparada para assumir as responsabilidades que uma criança exige, tanto financeira quanto psicologicamente.


     10.    Já houve algo inusitado durante a aplicação do projeto?
Me recordo com muita emoção da atitude de uma aluna quando em um determinado dia, por uma distração, deixou o Bebê- ovo cair ficando todo despedaçado no chão da sala. A aluna, muito irritada limpou e com muita agressividade jogou o que restou do bebê-ovo na lixeira. Aos poucos, toda agressividade foi se transformando em remorso, tristeza e sentimento de culpa. Aos prantos, ela voltou à lixeira e recolheu os pedaços descartados. No dia seguinte, o Bebê-ovo foi apresentado todo envolvido em esparadrapos, só com os olhinhos a mostra. Foi lindo!!!!!!!

Estou muito lisonjeada em ter sido convidada para esta entrevista. Ao responder as questões pude perceber o quanto devo agradecer a Deus por tudo que ele me proporcionou durante esses 33 anos de carreira. Estar convivendo com jovens que são os protagonistas nessa missão chamada Educação me faz concluir que a minha vida profissional foi sempre uma constante transformação e isso eu devo a cada um de vocês.
(Disponível Futuramente na Revista)


9º ano A 

André Monteiro Gomes
Lilian Yuki Nagayassu
Pietra Siste da Silva
Rafael Rodrigues Godoy dos Santos
Vinicius Riogi Lanzi



segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Literatura em Vídeo-Professora Marcia Bonani

        INTRODUÇÃO AO ROMANTISMO

           A Emoção sempre Predomina                                

      O amor será encontrado em qualquer canto e em qualquer tempo. São flores e cartas, beijos e abraços, prantos e sorrisos. O Romântico será encontrado no séc. XIX ou no séc. XXI o amor e a emoção jamais morrerão.
      A intensidade do momento vivido ou idealizado não será esquecido. Não há como esquecer o que lhe dera muito para ser lembrado. Sendo o homem, a mulher, a terra, o Deus, a morte, ama-se o sentimento mais que o objeto. Por isso o desespero lhe toma a raiz do cabelo e desce pela espinha como um caminhão sem freio que o Romântico não permite.
     Perca-se no sentimento, no amor ou no momento, perca-se na viagem que é amar. Ame com perdição e deseje morrer pelo amor, só o desejo por ele será capaz de manter sua alma viva. Só o amor muda as pessoas.

 Por Thais S.Rosa 2ºB



 Vídeos elaborados pelos alunos baseados nas obras:
A Hora da Estrela de Clarice Lispector e Romeu e Julieta de William Shakespeare





terça-feira, 12 de novembro de 2013

Entrevista com Vereadores de Suzano



Também no  mesmo dia 18 de setembro 2013  fomos atendidos pelos  vereadores Denis Cláudio, Carlão da limpeza, Russo, Claudio Anzai, Ari do posto, Jessé Almeida e pelo presidente da câmara Said Raful e  conversamos sobre questões de interesse publico, como por exemplo o projeto de revitalização do Max Feffer  e o apoio ao Prefeito.

Revista Expor:

Na sessão da câmara que viemos  visitar, haviam apenas 11 vereadores sendo que,  no painel eletrônico havia confirmado a presença de todos ( 21 vereadores), o que os senhores alegam sobre isso ?

Said Raful: 

Isso normalmente ocorre, pois durante a sessão da câmara não temos apenas uma pauta,  há reuniões paralelas, são atividades dinâmicas e também há aqueles que saem para uma suposta pausa para o cafezinho e depois retornam. Mas a diferença nos números se deram devido a um defeito no painel eletrônico que já será resolvido.

Revista Expor:

O que ocorreu para que não fosse efetuadas as entregas dos uniformes nas escolas municipais? 

Said Raful:

O atraso ocorreu pois a licitação não foi enviada com 3 meses de antecedência. Pois houve uma grande concorrência entre as empresas fornecedoras do uniforme.

Revista Expor:

Alguns prefeitos alegam que não conseguem  fazer uma boa administração devido a falta de apoio por parte dos vereadores, o prefeito Paulo Tokuzumi tem o apoio de vocês?

Said Raful (presidente da câmara):

Como eu já trabalhei aqui em outras administrações poso dizer com propriedade que o que faz um prefeito obter apoio ou não é diálogo e o prefeito Paulo Tokuzumi tem o nosso apoio porque é um prefeito que está aberto ao diálogo e temos uma boa comunicação

Alunos participantes:
1ºA
Larissa  Luiza Batalha
Fernanda 
Nathali  Caroline 
Tamara de Oliveira
Sandra  Renata de Souza
Tamires 


Entrevista com o prefeito de Suzano Paulo Tokuzumi



No dia 18 dia  setembro de 2013  nós,  alunos da Escola Batista Renzi ,fomos  até a Prefeitura  Suzanense  para entrevistar  o prefeito Paulo Tokuzumi que educadamente  nos atendeu em seu gabinete e expressou contentamento por ver jovens interessados na política  de sua cidade. Iniciou a conversa  fazendo um resumo sobre sua carreira política e contou sobre alguns de seus projetos que já estão em andamento para a melhoria da cidade nos setores da saúde, educação, transporte e segurança.

Revista expor:

Quanto ao  Passe Livre, esse projeto realmente vai se tornar realidade ?

Paulo Tokuzumi:  

Suzano esta sendo a primeira cidade do Alto Tiête a aderir  ao  Passe Livre, no ano que vem o projeto já  estará implantado, funcionará  juntamente com o cartão BOM , ele  poderá ser utilizado apenas durante o horário de entrada e saída das escolas , pois infelizmente não temos condições de manter o passeio ao shopping  de cada jovem (risadas). O passe livre dará um grande alívio para o bolso da família que todo mês paga a passagem de ida e volta para os seus filhos. 

Revista Expor:

Hoje em dia as pessoas estão bastante revoltadas e descontentes com os políticos como você encara essa situação?

Paulo Tokuzumi:

É verdade, hoje em dia os políticos são vistos como corruptos dentre outras coisas negativas, como se fosse um motivo de vergonha escolher trabalhar nessa área, se eu perguntasse  pra vocês: Quem  gostaria de ser político? Sei que ninguém levantaria a mão, se eu perguntasse:  Quem  gostaria de ser engenheiro, médico, advogado ou qualquer outra profissão haveriam mãos levantadas, porém é um cargo que alguém tem que ocupar, e não importa o partido, alguém precisa ser prefeito ou exercer outro cargo político e trazer melhorias para a sociedade.  

Revista Expor:

Em relação a segurança da cidade, o que tem feito para que Suzano se torne uma cidade mais segura?

Paulo Tokuzumi:

Estamos implantando um projeto em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, vamos pagar para o policial   trabalhar nos dias em que ele não trabalha para o Governo de forma a melhorar o policiamento na cidade de Suzano.

Alunos participantes:
1ºA
Larissa  Luiza Batalha
Fernanda 
Nathali  Caroline 
Tamara de Oliveira
Sandra  Renata de Souza   
 Tamires 



Entrevista como o Deputado Estadual Estevam Galvão

       
No dia 13 de setembro de 2013 na escola Escola Estadual Batista Renzi, foi concedida uma entrevista com o atual Deputado Estadual Estevam Galvão de Oliveira , filiado do DEM(democratas) ex vereador pelo partido Arena , prefeito por 4 vezes. Na entrevista foram abordados vários assuntos tais como: educação , cultura , política , corrupção entre outros. O Deputado nos contou um pouco da sua história antes de ser político, disse que começou de baixo e chegou a até mesmo trabalhar servindo cafezinho na prefeitura de Suzano a qual chegou a ser prefeito e foi reeleito. Por ter passado por tudo isso desenvolveu uma grande estima pela cidade de Suzano.
Acompanhem a entrevista:

Revista Expor:

Vocês políticos, recebem auxilio paletó, auxílio gasolina, auxílio aluguel e etc enquanto o professor, que é um profissional importante, recebe um piso salarial de R$ 1.800, além disso um cidadão comum recebe R$775 ? Por que é assim no Brasil? Por que uns recebem tanto e outros recebem tal pouco?

Estevam:

Isso que vocês estão falando é um retrocesso da vida do brasileiro, o povo tem que ganhar um salário pelo menos para satisfazer as necessidades básicas, eu acho que vocês têm que demonstrar a insatisfação, mas também tem que conscientizar o voto , tem que procurar a história e o comportamento do político aí sim vocês podem discutir, pois mesmo com todos os problemas a política é necessária para a organização da sociedade.

Revista Expor:

Em nosso município faltam 15 escolas, o que está sendo feito em relação a esse problema?

Estevam:

O problema de Suzano é que faltam terrenos adequados para a compra e construção de escolas, mas já foram comprados 8 terrenos numa parceria entre governo do estado e a prefeitura de Suzano e logo estaremos construindo.

Revista Expor:

Todos os políticos são mal vistos pela sociedade, por que escolheu ser político?

Estevam:

Escolhi a política porque gosto de servir, e dentro da política podemos fazer coisas grandiosas pela sociedade, como por exemplo o Rodoanel que sinto muito orgulho por ter trazido essa melhoria para a cidade de Suzano.

Alunos participantes:
1ºA
Larissa  Luiza Batalha
Fernanda 
Nathali  Caroline 
Tamara de Oliveira
Sandra  Renata de Souza
Tamires